O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO FORMA DE DEFINIÇÃO DE NOVAS POLÍTICAS DE USO DE RECURSOS


O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO FORMA DE DEFINIÇÃO DE NOVAS POLÍTICAS DE USO DE RECURSOS
Desde muito tempo tem-se visto algumas pessoas e alguns setores da sociedade buscando formas de ver e produzir um espaço mais equilibrado, embora, se ve também a própria dificuldade que a sociedade tem tido para fazer coexistir capitalismo e preservação/conservação ambiental. Mais além, Fazer com que haja a produção de um espaço que seja um mínimo de saúde pública, equidade e que seja acessível ao máximo de cidadãos e pessoas.
Diante de fenômenos geográficos provocados pela atuação do ser humano, especialmente a partir da década de 1950, percebeu-se a organização de movimentos que viessem a atuar como promotores da saúde ambiental e pública. Nesse sentido, viu-se surgir o Clube de Roma que ainda numa atuação elitista por se tratar de um grupo constituído por políticos, executivos, cientistas. Algumas discussões acerca do Desenvolvimento Sustentável foram iniciadas sendo que o grande encalço foi a produção industrial acelerada, escasseamento de recursos naturais e população em crescimento acelerado.
Pode-se dizer que outro evento se tornou a mola-mestra para as discussões acerca da questão ambiental no mundo: A Publicação do Livro Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, nos estados Unidos da América. Livro este que trazia em suas análises a questão da contaminação provocada por DDT. A autora fez várias tentativas de publicar matérias em revistas e jornais até que em 1960 o livro é, de fato, publicado. Registre-se aqui o fato de que a foi severamente criticada e perseguida por diversos setores até que o Governo Americano resolve averiguar as críticas por ela empreendidas.
O fato é que foi preciso que houvesse uma ou muitas situações de agressão à saúde pública e não apenas, numa análise puramente ambientalista anacrônica, coisas que se fará por aqui, uma preocupação com a preservação ambiental – nota-se também que se defenderá que o meio ambiente deve sim ser explorado, afinal, é preciso que se sustente as necessidades do ser humano, mas que se faça tal exploração com proporcionalidade e racionalidade mantendo o mínimo de conservação e saúde pública - , fato que merece mais atenção do leitor para criar suas concepções acerca das questões ambientais, capitalistas e socioeconômicas.
De qualquer forma, num mundo de intensa produção industrial e que viu em 1956 morrerem milhares de pessoas por conta de uma inversão térmica em Londres, Grã-Bretanha, por conta da intensa poluição atmosférica em decorrência das emissões das chaminés, veículos entre outros, qualquer movimento que viesse a despertar a atenção das pessoas para maior cuidado com o meio seria melhor acolhido no pensamento das pessoas. Atrelado a isso, as décadas de 1950, 1960 e 1980 as sociedades viu surgir um conjunto de mudanças no pensamento das pessoas e que passaram a não aceitar as mazelas sociais, as guerras e a degradação excessiva da natureza. A exemplo pode-se citar o aparecimento do movimento Hippie caracterizado como a não aceitação do consumismo, da violência, das armas nucleares dentre outras características típicas de uma anticultura. Talvez a beleza do momento vivido pela sociedade da época tenha sido a possibilidade de questionar e criar uma forma de discussão.
Proposta:
01- Pesquise sobre a formação do Clube de Roma e quais eram seus objetivos;
02- Procure sobre as Conferências Ambientais de 1972, 1982, 1992 e faça um pequeno texto estabelecendo suas conclusões sobre o assunto. Obs.: No texto que você produzir faça citações curtas diretas e procure ser imparcial em suas colocações.
03- Compreenda o que é Desenvolvimento. Depois compreenda o que é sustentabilidade. Crie um conceito para a expressão “desenvolvimento sustentável”.


Fontes:

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