A Economia Brasileira durante a Guerra Fria

A Guerra Fria foi um período por que o mundo passou e ainda vive alguns resquícios dela. Não que negar que os eventos que acontecem no Espaço Geográfico ao mesmo tempo que apresentam severidades, apresentam também um conjunto de atributos positivos e interessantes. Apesar das diversas hostilidades, o Brasil, aparentemente, passou meio ileso por esses entraves, mas não tanto. A partir de 1948, a ONU fez surgir um Estado Nacional  onde não cabia ser feito da forma como foi. esse Estado é o de ISRAEL, encravado no meio de um território ocupado por século pelos ÁRABES. Assim, se deu início as hostilidades  entre árabes e israelense. A questão é que nos conflitos na região, os árabes normalmente perderam as investidas e passaram cultivar repúdia pelos EUA e pelo capitalismo. Como os Árabes se tornaram grandes produtores de petróleo, passaram também a exportar em grande quantidade fazendo com que o mundo ficasse refém de seu "Ouro Negro".
A melhor arma dos árabes contra os capitalistas, em especial, contra os EUA e os Israelenses, foi o controle da produção de petróleo e sua cartelização. a conjuntura desses fatos favoreceram a formação da OPEP que controla grande parte da produção e distribuição do petróleo no mundo. esse controle faz diminuir a oferta de produto no mercado fazendo seus preços mais elevados no mercado internacional.
Diante desse fato, o momento em que o mundo viu os preços do petróleo subirem assustadoramente foi a década de 1970, momento em que países como o Brasil estavam se industrializando, portanto, se endividando para fazer sua industrialização se estruturar e criar um cenário de produção secundária mais completa e exportadora. O fato e que a maioria das atividades desenvolvidas até aquele momento dependiam do tal petróleo. 
Para o Brasil isso foi traumático porque justo no momento em que sua ideia de industrialização e que começava a render frutos de 12% de crescimento do PIB, o Brasil foi obrigado a pagar o petróleo que vinha do Oriente Médio, do mundo árabe. Portanto, o país perdeu em pouco tempo tudo o que havia ganho a custa de grande endividamento. Na década de 1980, a economia nacional sofreu tanto que efetivamente perdeu seus lucros e passou a viver uma "década perdida" com muitas falências, a dívida externa crescendo e a indústria sem condições de produzir riquezas com se havia planejado. 
Assim, a economia brasileira viveu dois momentos: 1) de Crescimento industrial a custa de grande endividamento;
2) Perda de capacidade produtiva e estagnação.


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