Sobre as respostas que temos que dar...

Respostas... Muitas são as que nos acometem e acabam deixando o nosso pensamento sem uma linha a seguir. Decidir que rumos tomar ou mesmo como garantir haverá um meio mais seguro para a sustentação dos sonhos é algo, muitas vezes, difícil de fazer acontecer.
Ser meio indeciso... Tá, ser meio perdido nos próprios devaneios de profissão e, talvez por isso, o sucesso que se deseja para si não aconteceu na intensidade esperada. Decidir por trabalhar bastante em coisas que ora me animaram e agora a gente se ve preso ou perdido. Mas há algo que está dificultando o processo, pois não se sabe se é por causa da desorganização, doexcesso de perda de tempo com coisas realmente pouco importantes, se é por causa das falhas de crença e fé, se é por estar em muitas coisas ou se está perdendo tempo com ações sem fundamento... Se se está tentando ser o que não. 
É decepcionante quando essa fase infantil toma o pensamento de um ser já feito, maduro em pleno instante de responder com habilidade às provocações que a vida social, profissional, relacional tem provocado. Triste por que se está na fase de responder conscientemente às provocações e confirmar, seguramente, os propósitos para os quais tem-se preparado.
Parece que as visões puramente pessoais a que todos estão sujeitos acomete o íntimo e aprisiona a racionalidade na incerteza e que subleva o gênio a despencar no espaço em que até pouco tempo era quase inabalável. O ânimo acaba quando lhe mostram que o caminho é mais doloroso do que se imaginou. Pior, quando as prórias escolhas se organizam e lhe mostram que há erros, equívocos grosseiros que não deveriam ser cometidos.
A maturidade perece ser o planejamento estratégico que o gênio resolveu realizar. Mas planejamentos não são congelados, eles mudam e a maturidade também força a ação de se flexibilizar e exercer a capacidade de criação e percepção de novos caminhos e soluções.
Dúvidas.... quantos problemas ela causa! Quantos problemas!!!  
Na verdade, o que muitas pessoas não sabem fazer é controlar o tempo,e por isso, se decepcionam consigo e com a divindade em que crê. O pior é não andar para frente por conta dos próprios erros que se ve e não os corrige ou pedir exaustivamente por ajuda aos amigos e não ver que não é necessário a assistência excessiva que se quer.
O jeito é voltar ao caminho correto e parar de invejar, mas aplaudir e seguir o que é bom.

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